FILTRO

Cuidados com o filtro.

Procure optar por um tipo de óleo (mineral ou sintético) e nunca mude. Caso seja uma moto usada, tente manter a característica adotada pelo antigo dono. Uma pesquisa na internet ajuda a descobrir qual o filtro recomendado.

Se a sua opção de troca for por intervalos curtos (antes do previsto pela fabricante), você pode fazer a mudança do filtro de óleo a cada duas trocas. Mas lembre-se: isso é por sua conta e risco. O ideal é casar sempre óleo e filtro. Precaução e caldo de galinha não fazem mal nem a diabético.

Aos caçadores de mitos e defensores de lendas, vai uma informação importante: NUNCA misture óleo sintético com mineral, pois há algumas marcas de óleo sintético que não se misturam ao mineral. Use sempre um óleo de boa qualidade, já que as temperaturas no Brasil oscilam bastante. Portanto, o óleo precisa ser bastante forte e resistente para as nossas condições climáticas.

Na troca do óleo, não tenha pressa! Deixe-o escorrer o maior tempo possível e certifique-se de que ele desceu todo. Coloque a moto na posição vertical ou abaixe e levante a traseira para escorrer o que pode ter sobrado. Outro mito derrubado é quanto à quantidade de óleo: NUNCA exagere na quantidade. Mantenha o nível apenas no máximo da marcação. Óleo em excesso prejudica várias coisas no motor, como, por exemplo, a vida útil dos retentores.

Fonte: www.traxx.com.br

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