Emoção e ciclomotor

Esse texto foi escrito por uma amiga, garupeira como eu, Carla.

A minha experiência…

Para falar a verdade não posso dizer que me lembro exatamente da minha “primeira vez”. Porque andava com meu irmão que era muito louco.

Aos 16 anos ele tinha passado de uma bicicleta com motor pra moto, na época eu adorava “voar”. Isso mesmo, voar era a palavra certa!!!

Ele me colocava na garupa e ia “dar umas bandas” com a maior velocidade que podia, as curvas eram tão deitadas que ficava com medo do meu joelho encostar no chão.

Resultado, me levava pra Praça XV e resolvia sair em grande estilo empinando a moto depois de subir e descer as escadarias da Catedral.

Eu claro, gritava e cravava as unhas nele..

Com tempo descobri que gritar não adiantava e que a roupa é que era unhada..kkkk. A unica coisa a fazer era rezar e aproveitar a paisagem (quando conseguia ver).

Depois veio o Claudio, sempre foi calmo, pilotava com calma e pensando que eu teria medo ia bem devagar.

Eu encabulada não falava nada mas, resultado, ficava com sono.

_ Dica: mastigue chiclete, e se gostar, aproveite, tire fotos e acima de tudo converse com piloto. Observe-o antes de subir na garupa, com o tempo a parceria fica perfeita.

Hoje não subo na garupa do meu irmão nem por decreto e aproveito muito as vezes que saio com Claudio.

Por Carla Rodrigues

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